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sábado, 8 de janeiro de 2011

O resfriado escorre quando o corpo não chora.


A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.


O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.


O diabetes invade quando a solidão dói.


O corpo engorda quando a insatisfação aperta.


A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.


O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.


A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.


As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.


O peito aperta quando o orgulho escraviza


O coração enfarta quando chega a ingratidão.


A pressão sobe quando o medo aprisiona.


As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.


A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.


Preste atenção!


O plantio é livre, a colheita, obrigatória .... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!






Assim sendo, desejo que você se cuide, porque sua saúde e sua vida dependem de suas escolhas!!!






Escolha ser feliz!!!

sábado, 18 de setembro de 2010

Navegando pela net encontrei um blog muito bom e li essa postagem que falava sobre  chamar as professoras de tia ou não.Resolvi publicá-la no meu blog, pois concordo plenamente com as palavras dela(Tia Jackeline). 
http://abcdejac.blogspot.com/


Comentário no qual Acredito!!!!!!



Professora sim, tia não????

Cá estou eu... segunda e terça sempre envolvida com o plano de aula, semanário ou planejamento semanal (como entendas).Professora, é o que escolhi ser na vida pra colaborar com um mundo melhor, mas ao contrário de muitas colegas de trabalho... não me importo de ser também "tia".Leia pq:



Engraçado... esta é uma questão que não me incomoda muito.Sou do tempo que se chamava carinhosamente professora de "tia" e eu sabia distinguir perfeitamente quem era a tia irmã de mamãe/papai e quem era a tia da escola que cuidava de mim e me ensinava um monte de coisas.

Meus alunos, alguns deles, me chamam de tia e eu mesma por vezes me defino assim, sem ao menos perceber.Acho que é uma questão de respeito à infantilidade da criança (no que se trate da faixa etária e a visão de mundo).No devido momento, eles deixam de falar por si próprios e sabem que a tia da escola é a tia professora.Esta é uma polêmica com a qual não me preocupo.Na época em que as professoras eram chamadas de tia ou de "dona sei lá o quê", década de 70 a 80, os professores eram muito mais valorizados e tinham certo status social.Hj em dia, que interessa ser chamada de tia ou professora se nem os adultos, donos e senhores das leis, nos destinam o devido respeito?

Lembram-se muito de nós sim, para suas campanhas eleitoreiras, descomprometidamente.O que vejo atualmente em nosso país é a educação sendo constantemente enchovalhada com mudanças de lei que só aumentam a disparidade entre aqueles que podem e aqueles que não podem pagar um colégio particular.E o caos das escolas públicas, responsáveis pela formação de grande parte dos cidadãos brasileiros?Os meios de comunicação de massa, não poucas vezes, mostram os absurdos cometidos: alunos aprovados sem os pré-requisitos necessários, alunos estudando em condições precárias, alunos que passam por passar, sem ao menos se destinar a perder uma partida de bola, um vídeo game ou um programa de TV pra se dedicar aos estudos (com respeito às exceções).Alunos que nunca chamaram a professora de "tia", pq alguém um dia disse que era errado e pejorativo e, chamando de professora, atiram contra seus mestres ou colocam em risco suas vidas nas periferias das gdes e movimentadas cidades... por vezes, nem notam seu "mestre", são completamente indiferentes.Ahhh gente... não está no fato de me chamarem de "tia" ou professora a qualidade do trabalho que ofereço a eles.Importa-me que me entendam, que me respeitem, que juntos alcancemos nossos objetivos, seja com a Tia Jacqueline ou com a Professora Jac.Desculpem meu desabafo! É só mais um jeito meu de pensar que há muito trago comigo.

(P.S.: Sou formada em Pedagogia, atuo na área da educação desde 1990 e, atualmente, trabalho com as sementes - educação infantil - crianças de 4-5 anos)

contexto original na página: abcdejac.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

sábado, 19 de junho de 2010

ÉTICA E MOCHILA ESCOLAR- Içami Tiba

É quando o discípulo está pronto que o mestre aparece. É um velho ditado hindu. Muitas vezes o mestre não é uma pessoa, mas um episódio do cotidiano. A Psicologia Educacional está presente nos pequenos atos, que podem passar despercebidos.
Venha comigo observar, à porta de uma escola qualquer, a hora da chegada das crianças com as respectivas mães. Observe: quem carrega a mochila escolar? Na maioria das vezes é a mãe. Essa mãe, por hipersolicitude e num gesto de amor, carrega a mochila do filho para poupá-lo desse esforço. Há mãe exagerada: leva três mochilas nas costas, segura ou carrega o filho menor, enquanto vai cuidando para que os outros filhos não fiquem se matando pelo caminho.
E, quando chegam ao portão da escola, o que acontece?
O filho foge para dentro da escola, e a mãe tem de correr atrás dele para entregar-lhe a mochila e, já com os lábios estendidos, dar-lhe um beijinho de despedida...
Por que um filho, nessa despedida, não beija sua mãe?
Qualquer ser humano, ao se separar de alguém, pelo menos por educação se despede dele. Os enamorados beijam-se tão demoradamente que é impossível saber se estão se despedindo, ou "ficando", ou até mesmo se chegando... Somente quando não usufruímos a companhia é que "saímos de fininho", isto é, sem nos despedir dela. Portanto, se um filho não beija sua mãe é porque não usufruiu prazerosamente sua companhia. Significa também que o filho não reconheceu a ajuda que a mãe lhe deu.
Ajudar é muito nobre e um gesto de amor, ao qual mãe nenhuma se furta. Mas, se não ficar claro que a mãe o está ajudando, o filho pode entender que é responsabilidade dela carregar sua mochila. Assim se perpetua que quem vai à escola é ele, mas quem deve carregar a mochila é a mãe.
Para que carregar sua mochila se, até então, isso é obrigação da mãe? Essa é uma das melhores maneiras de um filho não adquirir responsabilidade pela própria vida. Mas o pior é quando o filho acredita que é obrigação dos pais carregar as "mochilas da vida" e que a ele só cabe viver o prazer. O filho se deforma transformando-se em "folgado", enquanto os pais se "sufocam".
Assim vai se organizando uma falta de ética em que o respeito a quem o ajuda passa a não existir e a responsabilidade pelos próprios compromissos a se diluir. Quem não respeita a própria mãe não tem por que respeitar outras pessoas: pai, professores, autoridades sociais ou qualquer ser vivente, seja mendigo, seja índio... Quem não se responsabiliza pelos próprios atos não tem por que se preocupar com o que faz ou deixa de fazer... Tudo isso pode ocorrer se carregar a mochila do filho for extensão social do que a mãe faz dentro de casa, isto é, se ela carrega também a casa toda...
Carregar a mochila do filho é um erro de amor. Cometido por amor, pode ser até aceitável, mas não se justifica. O maior amor é criá-lo e educá-lo para a vida. E a vida exige qualidade, ética, liberdade e responsabilidade. Ainda bem que nossa psique é plástica e os comportamentos podem ser mudados a qualquer momento, desde que estejamos realmente mobilizados para isso.
Na primeira oportunidade esta mãe deveria fazer o esforço sobrematerno, que é maior que o sobre-humano, para não carregar a mochila do filho. Vai ser uma briga interna muito grande contra a sensação de estar sendo má, incompetente e omissa... Mas a mãe tem de saber que o que sempre fez, pensando estar ajudando, na realidade prejudicou o filho e acreditar que pode mudar. Portanto, essa mudança de atitude tem a finalidade de educar saudavelmente o filho, porque só o amor não é suficiente para uma boa educação.
O filho tem de sentir todo o peso de sua mochila. Cabe à mãe oferecer ajuda. Se ele, por birra, já que nunca carregou peso algum, recusar a ajuda, ótimo! A mãe não deve sentir-se inútil. Pelo contrário, deve usufruir o filho, que está começando a assumir a própria responsabilidade, e curtir essa felicidade. A mãe não deve incomodar-se com os olhares indignados de outras mães, querendo dizer: "Que mãe desnaturada, que deixa o filho soterrado sob a mochila". A mãe precisa devolver os olhares dizendo "quão cegas e submissas elas estão sendo aos próprios filhos, que logo irão chamá-las de "escravas", e perceber nelas já uma pontinha de inveja por alguém estar conseguindo o que elas sempre desejaram... É bem provável que já no dia seguinte essa mãe encontre algumas parceiras para sua felicidade.
Chegará uma hora em que o próprio filho, não agüentando mais carregar a mochila, dirá, com aquele ar de súplica que desmonta qualquer coluna vertebral materna: "Manhêêê, me ajuda?" Esta é a hora sagrada que Deus arrumou para a mãe tentar reparar as falhas educativas anteriores. Portanto, não a deve perder de forma alguma. Carregar todo o peso da mochila outra vez, jamais! Mesmo que tenha de lutar com todas as forças contra o "determinismo do instinto materno". É chegada a hora de efetivamente ajudar o filho no que ele precisa. Portanto, nesse exato momento cabe à mãe abrir a mochila, que ele mesmo deve, ou deveria, ter arrumado, e deixá-lo pegar o que consegue carregar. Se ele quiser levar a mochila com menos cadernos, ótimo! Se quiser carregar alguns cadernos, ótimo também! Mesmo que seja pouco, se o filho começar a carregar alguma coisa, já é ótimo. Até agora o que ele aprendeu é que levar a mochila é obrigação da mãe. Portanto, vamos devagar, até ele reaprender que essa obrigação é dele, e a sua mãe só o está ajudando. Se de pequenino o filho carrega alguns cadernos, à medida que vai crescendo pode levar mais cadernos, até chegar o dia em que conseguirá carregar toda a mochila. Educar é preparar o filho para a alegria da liberdade sem depender de ninguém para "carregar suas mochilas".
Nesse novo processo, o mais importante é que o filho, ao chegar ao portão da escola, sente na própria pele a ajuda de sua mãe, medida e quantificada pelo peso da mochila que deixou de carregar. Nessa hora, seu coraçãozinho se enche de gratidão, e vem espontaneamente o tão desejado beijo do qual ela tanto correu atrás. É um sentimento de reconhecimento do esforço que sua mãe sempre fez e ao qual ele nunca deu valor. Esse reconhecimento dá ao filho o sinal da existência da mãe. Se existe, a mãe deve ser respeitada.
Assim, o filho, carregando a própria mochila, sendo auxiliado pela mãe nessa pesada tarefa, cria dentro de si respeito pela pessoa que o ajuda. Essa gratidão entra em seu quadro de valores e penetra fundo em seu modo de ser. Quem tem respeito à própria mãe também respeita seus semelhantes. É dessa maneira que um filho pequeno adquire a ética que vai torná-lo um cidadão na sociedade.
O NÓ DO AFETO
Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o seu filho, nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saia para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beija-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beija-lo.Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento, simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho muito mais do que presentes ou desculpas vazias.É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso. Para que haja comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas SABEM registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
" O tempo é algo que não volta atrás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe mande flores"WILLIAM SHAKESPEARE

quinta-feira, 4 de março de 2010

ALFABETIZAÇÃO HOJE

Professora Cleunice Orlandi de Lima
O presente artigo, publicado pela professora Cleunice em junho de 1991, mostra o quanto ainda é atual. Olhando friamente os resultados de uma pedagogia de alfabetização inadequada praticada ao longo desses anos (vide redações de alunos dos ENEMs e outras estatísticas em todo o território nacional) constatamos inequivocamente o quanto a professora tinha e continua tendo razão.

O Brasil importou as teorias de alfabetização de Emília Ferrero e deseja, a qualquer custo, implantá-las aqui. Eu particularmente, não aceito tais teorias e eis os motivos:

Emília Ferrero nasceu na Argentina, estudou na Suíça e mora no México.

Não sabe falar nossa língua, desconhece nossa cultura, ignora nossa realidade e, acima de tudo, nunca alfabetizou! Ela está sendo badalada porque, na Suíça, foi discípula de Piaget. Só por isso. Se tivesse sido aluna de um Zé da Silva qualquer, lá no Pantanal, suas idéias nem seriam ouvidas, mesmo que fossem excelentes. E o que é a Suíça — país onde ela aprendeu a “alfabetizar”?

A Suíça é menor que o Rio de Janeiro, não tem inflação e tem o sistema monetário mais estável do mundo (os nossos marajás escondem seu dinheiro nos bancos da Suíça).

As maiores cidades de lá não têm mais que 600 mil habitantes. O analfabetismo foi erradicado antes de Emília nascer. Lá não há pobres nem fracos, pois o próprio clima se encarrega de acabar com eles (num frio de mais de 30 graus negativos, não há pobre que agüente). A Constituição de 1874 ainda está em vigor. As escolas são verdadeiros cartões postais: prédios sólidos, enormes, cercados por alamedas ajardinadas imensas.

Número de alunos por classe é reduzido (aliás, lá eles nem têm crianças e vem comprar bebês brasileiros). Os professores são bem pagos. A tecnologia é uma das mais precisas do mundo. O povo é tão desprovido de problema, que a Suíça tem o maior índice de suicídios do mundo. Suicídios, por falta de problemas!!!

Compare isso ao Brasil:
Até 50 alunos numa classe alfabetização, em prédios caindo, sem água potável, ladrões roubando até merenda e cadernos. Professores mal pagos abandonando a profissão para os mal formados, leigos, semi-alfabetizados. Salários com até 5 meses de atraso, greves anuais, cavalos pisoteando quem reclama. Sem material didático e quando nos chega algum, não pode usar, senão acaba.

Sem bibliotecas, sem giz, sem carteiras. Alunos cheios de amarelão, sarna, piolho, fome, frio, verminose, tosse de cachorro. Superpopulação (só na cidade de São Paulo, nascem mais de 400 mil crianças por ano!). Um clima tão bom, que poucos morrem de frio ou calor; pobres e doentes vivem muito, pondo mais filhos no mundo, que vão à escola mais para comer, do que para aprender a ler. E autoridades, que só sabem mandar papéis — papéis para a escola inteira; papéis aos montes, que devem ser lidos às pressas, preenchidos e devolvidos antes da chegada de novos papéis. Papéis, para mascarar a incompetência em administração.

É nesse ambiente, que nossas mui sábias autoridades exigem que se aplique o modelo educacional da Suíça!! Mas quem terá sido Piaget, que mesmo morto, se faz presente através de Emília Ferrero?

Piaget era francês e desenvolveu suas idéias na Suíça. Tudo do que escreveu, foi tendo em vista aquelas crianças bem tratadas, bem amadas, saudáveis, protegidas por sistema político e social perfeito. Piaget nunca se importou com o Brasil, nunca estudou nosso povo, para desenvolver uma prática aplicável aqui. E, prova disso, está na viagem que fez ao Rio de Janeiro, em 49, para uma conferência e se recusou a visitar São Paulo, COM MEDO DE SER PICADO POR COBRA! Cobras, nas ruas de São Paulo! Nota-se, pois, sua total ignorância, indiferença e até desprezo pelo Brasil. Para Piaget, não passávamos de selvagens e ele não abrangia selvagens nos seus estudos. Este era o homem, cujas idéias estão sendo impostas às nossas escolas.

Emília afirma que os alunos devem construir seu próprio conhecimento como se conhecimento pudesse ser construído assim, de qualquer maneira, ao sabor de cada pessoa, como se o conhecimento não estivesse já, todo com suas estruturas cimentadas, só à espera que nos apossemos dele e não que o construamos.

Se assim não fosse, não precisaríamos de escolas, cada qual criaria seu próprio sistema de escrita e numeração, mesmo que fossem diferentes dos sistemas de escrita e numeração construídos pelas demais pessoas da mesma casa. Cada qual constrói o seu, como quiser. Seria o caos!

E mais: Se a construção de conhecimento for válida para a alfabetização, ela deve ser válida para as demais atividades. Neste caso, deve-se entregar as chaves do carro à menina de 7 anos, para que ela construa seu próprio conhecimento sobre dirigir! E pode-se entregar ao menino de 6 anos, uma arma carregada, para que ele construa seu próprio conhecimento sobre o manejo de armas. E deve-se empurrar a criança que ainda não sabe nadar, de cima do trampolim da piscina, para que ela tenha oportunidade de construir seu conhecimento sobre natação. Se o construtivismo estiver certo, então poderá ser aplicado em todas as atividades, ué!

Emília condena a prática de se corrigir a criança, quando esta faz algo de maneira incorreta. Segundo ela, depois de errado, aprende-se o certo. E eu retruco: É falso! Depois de errado, nunca mais se aprende o certo. Quem aprendeu a datilografar com apenas dois dedos, nunca mais vai aprender a usar os dez dedos, porque o erro se fixou. “A lã, uma vez manchada, jamais readquire a alvura primitiva” (Pestalozzi).

Os apreciadores de Emília são aqueles que, como ela, nunca alfabetizaram. Devido sua incapacidade de lecionar, safaram-se da sala de aula e hoje, dão ordens absurdas sobre alfabetização. Por estes e outros motivos que não declinei, não aceito as teorias de Emília Ferrero. Se suas idéias fossem mesmo tão boas, Emília teria nos legado uma prática de ensino e não apenas teorias.

Mas não sou radical. Assim que ficar provado que as idéias dela são as melhores tanto para o centro de São Paulo, quanto para uma tribo do Amazonas (se a teoria for certa, ela deve funcionar em qualquer parte do mundo), aí sim, darei a mão à palmatória.

Se as primeiras turmas alfabetizadas por teorias ferreiristas enfrentarem os vestibulares com o mesmo brilhantismo nosso, do tempo de “A pata nada”, aí sim, estarei convencida. Mas, até lá, continuarei a achar que Emília Ferrero é um engodo sofisticado e continuarei a fazer-lhe oposições.

(Professora! Você tem o direito de optar entre os métodos de ensino. Ninguém pode obrigá-la a usar Emilia ou qualquer outra metodologia este direito está garantido pelo Estatuto do Magistério, no art. 61).


FONTE: http://www.professoradepapel.com.br/nv/n-08.pnb

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposaabrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!! "A galinha, disse:"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."O rato foi até o porco e lhe disse:"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !!!""- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:"- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar aratoeira do fazendeiro.Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.E a cobra picou a mulher...O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.Ela voltou com febre.Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.Para alimenta- los o fazendeiro matou o porco.A mulher não melhorou e acabou morrendo.Muita gente veio para o funeral.O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo."Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.O problema de um é problema de todos."

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

OS DOIS POTES

Certo carregador de água tinha 2 potes grandes, cada um pendurado numa ponta de um cabo o qual ele carregava sobre seus ombros.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro pote era perfeito e sempre levava a porção completa de água até o final da longa caminhada.O pote rachado levava só a metade.
Por dois anos, isso se repetiu diariamente com o carregador trazendo apenas um pote e meio de água.Naturalmente, o pote perfeito estava orgulhoso ds seu desempenho.
Mas o pobre pote rachado, estava envergonhado de sua imperfeição e miserável por ser capaz de alcançar a metade daquilo que tinha sido feito para fazer.
Depois de muito tempo , o vaso rachado falou ao carregador perto do riacho:
-Estou envergonhado de mim mesmo e quero me desculpar com você.
-Por que? Perguntou o carregador.
-Tenho conseguido, nesses últimos 2 anos entregar apenas a metade de meu carregamento, pois essa rachadura faz com que a água vaze por todo o caminho.Por minha causa você não recebe o valor todo do seu esforço.
O carregador sentiu pena do velho pote rachado e em sua compaixão ele disse:
-Enquanto nós voltamos para casa eu quero que você as lindas flores que há ao longo da trilha.
De fato, a medida que eles subiram a colina o velho pote rachado notou o sol que aquecia as lindas flores silvestres ao lado da trilha e isso o animou um pouco.
Mas ao final da trilha ele ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade da água e se desculpou novamente com o carregador pela sua falha.
O carregador disse então ao pote:
-Você notou que havia flores apenas no seu lado da trilha, mas nenhum do lado do outro pote?É porque eu sempre notei o seu defeito e me aproveitei disso.
-Eu plantei semente de flores do seu lado da trilha e a cada dia, enquanto eu voltava do riacho você as regou.Por dois anos, eu tenho sido capaz de colher estas lindas flores para decorar a mesa. Sem você ser do jeito que é nunca iria ter esta beleza para agraciar a casa.
Cada um de nós tem seus próprios defeitos.
Somos todos potes rachados.
Mas se nós permitirmos a Natureza utilizar nossos defeitos, na imensa sabedoria divina, nada se perderá!

A DECISÃO

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer, antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou levar hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer as águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para adminstrar minhas finanças, evitando o desperdicio.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças a Deus por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que trabalhar todos os dias ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas de casa ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não sairem como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende de mim.

Charles Chaplin

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

VIVA SUA VIDA

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção e viver uma vida mais calma com sua familia.Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.
O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construisse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho.Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão-de-obra e máterias-primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar a carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu serviço, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro."Esta é sua casa", ele disse, "meu presente a você". Que choque! Que vergonha!Se ele soubesse que estava construindo a sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria que morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco. Nós construimos nossas vidas de maneira distraida, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes, nós não empenhamos nosso melhor esforço.Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que contruimos. Se soubessemos disso, teriamos feito diferente.
Pense sobre sua casa.Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede.Construa sabiamante.É a única vida que você construirá.Mesmo que você só tenha um dia de vida, este dia merece ser vivido grandiosamente e com dignidade. A placa na parede está escrita:"A vida é um projeto, faça você mesmo".Quem poderia dizer isso claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado.Sua vida de amanhã será resultado de suas escolhas e atitudes que fizer hoje.Pense nisso!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RECOMEÇAR

Não importa onde você parou…em que momento da vida você cansou…o que importa é que sempre é possível enecessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…é renovar as esperanças na vida e o mais importante…acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?foi aprendizado…
Chorou muito?foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal Um corte de cabelo arrojado…diferente?Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…nem nós mesmos nos suportamos…ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…coisas pequenas teremos…já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…o melhor vai se instalar na nossa vida.E é hoje o dia da faxina mental…joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”…”
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”

Carlos Drummond de Andrade.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PARA REFLETIR

O LÁPIS

UM MENINO OLHAVA A AVÓ ESCREVENDO UMA CARTA.A CERTA ALTURA, ELE PERGUNTOU:

_ A SENHORA ESTÁ ESCREVENDO UMA HISTÓRIA QUE ACONTECEU CONOSCO? E POR ACASO A HISTÓRIA E SOBRE MIM?

A AVÓ PAROU, SORRIU E COMENTOU COM O NETO:

_ ESTOU ESCREVENDO SOBRE VOCÊ MESMO, PORÉM, MAIS IMPORTANTE DO QUE AS PALAVRAS É O LÁPIS QUE ESTOU USANDO.

GOSTARIA QUE FOSSE COMO ELE QUANDO CRESCESSE.

O MENINO OLHOU PARA O LÁPIS, INTRIGADO E NÃO VIU NADA DE ESPECIAL.

_ MAS ELE É IGUAL A TODOS OS LÁPIS QUE JÁ VI NA MINHA VIDA.

ENTÃO A AVÓ DISSE:

_ TUDO DEPENDE DO MODO COMO VOCÊ OLHA AS COISAS.

HÁ CINCO QUALIDADES NELE QUE, SE VOCÊ CONSEGUIR MANTÊ-LAS, SERÁ SEMPRE UMA PESSOA EM PAZ COM MUNDO.

PRIMEIRA QUALIDADE:"VOCÊ PODE FAZER GRANDES COISAS, MAS NÃO ESQUEÇA DE QUE EXISTE UMA MÃO QUE GUIA SEUS PASSOS. ESTA MÃO NÓS CHAMAMOS DE DEUS, E ELE DEVE SEMPRE CONDUZI-LO EM DIREÇAO A SUA VONTADE."

SEGUNDA QUALIDADE:"DE VEZ EM QUANDO, EU PRECISO PARAR O QUE ESTOU ESCREVENDO E USAR UM APONTADOR. ISSO FAZ COM QUE O LÁPIS SOFRA UMA POUCO, MAS NO FINAL, ELE ESTARÁ MAIS AFINADO.POR TANTO, SAIBA SUPORTAR ALGUMAS DORES, POR QUE ELAS O FARÃO UMA PESSOA MELHOR."

TERCEIRA QUALIDADE:"O LÁPIS, SEMPRE PERMITE QUE USEMOS UMA BORRACHA PARA APAGAR AQUILO QU ESTAVA ERRADO. ENTENDA QUE CORRIGIR UMA COISA QUE FIZEMOS NÃO É NECESSARIAMENTE ALGO MAU, MAS ALGO IMPORTANTE PARA NOS MANTER NO CAMINHO DA JUSTIÇA."

QUARTA QUALIDADE:"O QUE REALMENTE IMPORTA NO LÁPIS NÃO É MADEIRA OU SUA FORMA EXTERIOR, MAS A GRAFITE QUE ESTÁ DENTRO. PORTANTO , SEMPRE CUIDE DAQUILO QUE ACONTECE DENTRO DE VOCÊ."

QUINTA QUALIDADE:" O LÁPIS SEMPRE DEIXA UMA MARCA, DA MESMA MANEIRA, SAIBA QUE TUDO QUE VOCÊ FIZER NA VIDA, IRÁ DEIXAR TRAÇOS , ENTÃO PROCURE SER CONSCIENTE DE SUAS AÇÕES."

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